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Vida Após a Morte (parte 2 de 2): Seus Frutos

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1537 2014/03/13 2022/08/08

O Alcorão também declara que esta vida terrena é uma preparação para a vida eterna após a morte.  Mas aqueles que a negam se tornam escravos de suas paixões e desejos, e ironizam as pessoas virtuosas e conscientes de Deus.   Tais pessoas percebem sua tolice apenas no momento de sua morte e desejam em vão que lhes seja dada outra chance no mundo.  Seu estado miserável no momento da morte, o horror do Dia do Juízo, e a bênção eterna garantida aos crentes sinceros são mencionados de forma bela nos seguintes versículos do Alcorão.


“Quando a morte chega a um deles, diz, ‘Meu Senhor, envia-me de volta, de modo que eu faça o que é certo naquilo que negligenciei.’  Mas não!  É apenas uma palavra vã que ele fala; e haverá uma barreira até o dia em que será ressuscitado.  E quando a Trombeta soprar não haverá parentesco entre eles naquele dia, nem perguntarão uns sobre os outros.  Então aqueles cujos pesos em boas obras forem pesados, serão os bem-aventurados.  E aqueles cujos pesos forem leves, esses perderão suas almas e ficarão eternamente na Geena.” (Alcorão 23:99-104)


A crença na vida após a morte não apenas garante sucesso na Outra Vida, mas também faz esse mundo ser cheio de paz e felicidade. Isso é obtido fazendo os indivíduos excessivamente responsáveis e conscientes em suas atividades devido à sua consciência de Deus: o temor de Sua punição e esperança de Sua recompensa.


Pense no povo da Arábia.  Jogatina, vinho, feudos tribais, pilhagem e assassinato eram as características principais de sua sociedade quando não acreditavam na outra vida.  Mas tão logo eles aceitaram a crença no Deus Único e na vida após a morte, eles se tornaram a nação mais disciplinada do mundo.  Eles abriram mão de seus vícios, ajudaram uns aos outros nos momentos de necessidade, e acertaram suas disputas com base em justiça e igualdade.  Da mesma forma, a negação da vida após a morte tem suas conseqüências não apenas na Outra Vida, mas também neste mundo.  Quando uma nação como um todo a nega, todos os tipos de males e corrupção se tornam difundidos naquela sociedade e, por fim, ela é destruída.  O Alcorão menciona o terrível fim de Ad, Tamud e do Faraó com algum detalhe:


“Os povos de Tamud e de Ad desmentiram a calamidade.   Quanto ao povo de Tamud, foi fulminado pôr um furioso e impetuoso furacão, que Deus desencadeou sobre eles durante sete noites e oito nefastos dias, em que poderias ver aqueles homens jazentes como se fossem troncos desmoronados de tamareiras.


“Porventura, tens visto algum sobrevivente entre eles?  E o Faraó, seus antepassados e as cidades nefastas disseminaram o pecado.  E desobedeceram ao mensageiro de seu Senhor, pelo que Ele os castigou rudemente.  Em verdade, quando as águas transbordaram, levamo-los na arca, para fazermos disso um memorial para vós, e para que o recordasse qualquer mente atenta.


“Porém, quando for soado um só toque da Trombeta, e a terra e as montanhas forem desintegradas e trituradas de um só golpe, nesse dia acontecerá o inevitável evento. E o céu se fenderá, e estará frágil.


“Então, aquele a quem for entregue seu registro na destra, dirá: ‘Hei-lo aqui! Lede meu registro!  Certamente eu sempre soube que prestaria contas!’  E desfrutará de uma vida prazenteira, e um jardim sublime, cujos frutos estarão ao seu alcance.   Comei e bebei com satisfação pelo bem que propiciaste em dias pretéritos!


“Em troca, aquele que for entregue seu registro na sinistra, dirá:   ‘Ai de mim! Quisera não tivesse sido entregue meu registro; nem jamais conhecido o meu cômputo!  Quisera a minha primeira morte tivesse sido a anulação!   De nada me servem meus bens; minha autoridade se desvaneceu...!’” (Alcorão 69:4-29)


Portanto, existem razões muito convincentes para acreditar na vida após a morte.

Primeiro, todos os profetas de Deus chamaram seus povos a acreditar nisso.

Segundo, toda vez que uma sociedade humana foi construída com base nessa crença, foi a sociedade mais ideal e pacífica, livre de male sociais e morais.


Terceiro, a história é testemunha de que quando essa crença foi rejeitada coletivamente por um grupo de pessoas apesar dos repetidos alertas de seus Profetas, o grupo como um todo foi punido por Deus, mesmo nesse mundo.


Quarto, as faculdades moral, estética e racional do homem endossam a possibilidade de vida após a morte.


Quinto, os atributos de Deus de Justiça e Misericórdia  não têm significado se não houver vida após a morte.

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